[Diário de Escritora]

Eu estava para lançar essa coluna há muito tempo, por diversas questões eu não fiz, mas hoje eu a inicio com um tema bem importante.

Ouvir um não nunca é agradável. Ele pode ter vários sentidos dependendo de quem o escuta. Eu não escrevo para lhe ensinar à ouvi-lo, tampouco para dizer-lhe que é preciso aceitá-lo. Hoje eu trago um pouco da minha “experiência” em relação ao meu primei não literário.

Sou uma escritora em constante crescimento, sei que tenho muito o que melhorar e sei que este não será primeiro. Fui indicada, por meio de votação,para seguir em um concurso de antologistas. O autor selecionado ganharia uma publicação tradicional, para expandir o conto e transformá-lo em uma história maior.

Bem, eu tenho um conto que tinha muita coisa para abordar e pouco espaço. O limite de caracteres nunca foi tão desafiador e frustrante quanto foi para mim ao escrever este conto em questão. A história ficou maior do que era para ser, ela merece e terá essa expansão.

Como os outros autores votaram em mim, e em mais quatro, para passar para etapa seguinte, e como eu achava que o meu conto tem uma premissa boa para ser expandido, eu nutria certa esperança.

Infelizmente, hoje eu recebi a notícia de que, o conto não só não seria o escolhido para ganhar a publicação tradicional, como também, que eu seria eliminada e não avançaria para as próximas fases.

Fiquei extremamente chateada com o fato. Me senti tão triste e estava tão ansiosa pelo resultado, que até dor física eu senti. Meu peito doía tanto que eu achava que teria um infarto.

Eu sei que não posso me desmerecer, preciso acreditar no meu potencial e seguir em frente. Os feedbacks foram encaminhados para os autores e agora o que tenho que fazer, é usá-lo para melhorar.

Meu conto ainda terá essa expansão, pois eu estava muito animada com a história. Ela precisa ser contada! Tenho que tirá-la da minha cabeça e fazê-la voar. Não terei um livro físico, mas ainda posso postá-la na Amazon, Wattpad ou em qualquer plataforma de publicação.

Eu chorei? Sim! Senti dor? Sim!

Fiquei magoada e frustrada, me achando a pior escritora do mundo,mas não posso deixar minhas questões psicológicas influenciarem em tudo o que eu ainda posso conquistar.

Se alguém ai estiver precisando de um conselho: Sinta! Chore, brigue, reveja! Você precisa sim sentir o que está em seu interior,mas não pode se boicotar, deixar-se abater e nunca mais tentar.

Se está passando por um momento deste, lembre-se: Nunca seremos tão bons em algo, que não terá mais nada que possamos aprender. Estamos em constante crescimento. Levanta a cabeça e conquiste o mundo. A vida é curta para ficar desperdiçando tempo e talento.

Espero que tenham gostado do post e da ideia da coluna. Trarei outros relatos e dicas sobre escrever, baseados na minha curta experiência pessoal.

Para dicas técnicas, não deixe de procurar os tópicos da coluna Dicas de Escrita. 

Se quiser dividir algo sobre algum não que você já recebeu, deixe aqui nos comentários e vamos trocar experiências.

Até a próxima.

5 Dicas para vencer o medo de escrever

A folha em branco e o vazio das ideias criam em nós um medo monstruoso na hora de escrever. Mas o que fazer para superar este medo uma vez que queremos ser escritores?

Ser escritor sugere-se que sejamos o melhor amigo das palavras e que não tenhamos dificuldade alguma na hora de escrever qualquer coisa que seja, porém, bem sabemos que não é assim que funciona. Quantas vezes eu já não passei dias ou mesmo semanas sem conseguir escrever uma única palavra que fosse por medo de escrever algo que não fosse relevante? Ou algo que não fosse bom o bastante? Ou algo que ninguém iria gostar de ler?

Com o tempo eu tive que criar estratégias para trabalhar esse medo na hora da escrita e enfrentar de uma vez por todas a tão temida folha em branco sem que isso fosse realmente um problema. Então, eu vou te dar

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COMO PUBLICAR UM LIVRO NA AMAZON

Hoje em dia todo escritor sonha em ter um livro seu publicado e desfrutar das maravilhas de ser um escritor reconhecido. Porém, com a crise das grandes livrarias e o pouco incentivo à leitura no Brasil, as pessoas estão cada vez menos adquirindo livros físicos e partindo com tudo para a sólida e prática era digital. E nesse mundo literário digital a bola da vez são os famosos Ebooks, ou se preferir: Kindle Direct Publishing, ou simplesmente KDP. O serviço de autopublicação da Amazon. Livros que você pode ler através do seu: Computador, Kindle e Smartphone. Mas, como se adequar a essa nova era? Como se tornar um escritor de livros digitais e ganhar dinheiro com isso?

Neste artigo eu vou te ajudar a entender como funciona as etapas prévias de uma autopublicação na Amazon e o que você precisa fazer para ser um escritor da nova era.

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Minha primeira Bienal como autora

Lançamento de Vivendo na Terra do Nunca

Em agosto de 2018, ocorreu a 25ª Bienal Internacional do livro de São Paulo.

Tive a honra de participar, pela primeira vez, como autora – ainda que não estivesse solo.

Foi o evento de Lançamento de duas antologias, ambas no mesmo dia, uma seguidinha da outra. Sexta, dia 03/08, às 15h foi o lançamento de Póstumus-Relatos Sombrios e às 16h, Vivendo na Terra do Nunca.

Confesso que eu fiquei muito nervosa, porém animada. Dividi o estande com pessoas maravilhosas, que me fizeram sentir em casa. Lotamos o estande da Eu Leio Brasil, foi um orgulho!

A experiência foi muito enriquecedora, ainda mais para mim, que não sou muito comunicativa pessoalmente. A timidez é um problema, e conseguir lidar com ela foi um aprendizado importante.

Sou grata pela oportunidade, sobretudo, de dividir o estande com uma autora que eu gosto demais. A Ju Daglio foi a organizadora de Postumus e me senti honrada em dividir um espacinho com ela.

Além de participar de um projeto ao lado da Juliana, encontrei outros autores que admiro e tive a chance de conversar, pelo menos um pouquinho com eles: Camila Pelegrini, Glau Kemp e Marcus Barcelus .

Já tenho novidades sobre a Bienal do ano que vem, mas por enquanto não posso contar rs.

Então, que venha a próxima \o/

Bienal internacional do livro de São Paulo 2018

Dando uma passadinha rápida para dividir uma conquista com vocês. Este ano, estarei na minha primeira Bienal como autora. Estou muito feliz e ansiosa. Participarei do lançamento de duas antologias:  Vivendo na Terra do Nunca e Postumus-Relatos Sombrios.

             *** 03/08***

  • 16 hrs :Lançamento de Postumus- Relatos Sombrios, organizada pela Juliana Daglio em parceria com a editora Rouxinol .

conto: Sapatilhas Quebradas

  • 17hrs: Laçamento de Vivendo na Terra do Nunca, organizada pela Vanessa Nunes, em parceria com a Rico Editora.

Local:  Estande k092  Eu leio Brasil

 

Agenda Bienal 2018

 

 

 

 

 

Livros para conhecer culturas indígenas

 19 de Abril

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Dia do Índio é celebrado anualmente em 19 de abril. Esta importante data serve para lembrar e reforçar a identidade do povo indígena brasileiro e americano na história e cultura atual.

Na tentativa de preservar as tradições e identidade dos indígenas, a data surgiu para não deixar as novas gerações esquecerem das verdadeiras raízes que formam o povo brasileiro.

Para comemorar a data eu gostaria de indicar os livros de uma autora que conheci no Wattpad e é a primeira que me vem à mente quando penso em cultura indígena.

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